Sobre

Olá, eu sou a Dud@!

(A aspirante a escritora, não o futebolista)

Eu Entrevistador: Olá, Dud@. Porque se foi lembrar de um nome assim?
Eu Entrevistado: Olá. Eu não me lembrei desse nome; foram os meus pais. Nem sei porque raio se deram ao trabalho de me arranjar um nome todo pipi, se no fim, desde que me lembro, só me chamam “Duda”.
Eu Entrevistador: Quer dizer que tem um nome pipi?
Eu Entrevistado: Oh-oh! Nem queira saber! Do mais pipi que há.
Eu Entrevistador: Então, porque não usa esse nome pipi?
Eu Entrevistado: Já o usei noutra experiência menos boa. E, como vou mudar de rumo, decidi começar de novo.
Eu Entrevistador: Quer dizer que vai editar um livro em breve?
Eu Entrevistado: Sim. Afinal, passo horas de roda de histórias levadas da breca para alguma coisa.
Eu Entrevistador: Isso quer dizer que tem muita imaginação?
Eu Entrevistado: Imaginação é coisa que não me falta. Aliás, imagino tanto que, muitas vezes, alucino sóbria.
Eu Entrevistador: Nunca teve uma crise de inspiração?
Eu Entrevistado: Não. Só tenho crises de imaginação – aquele momento em que penso em tantas histórias ao mesmo tempo que começo a falar sozinha, correr pela casa e a chatear as minhas chinchilas porque, de repente, elas transformaram-se em dragões peludos.
Eu Entrevistador: Muito bem… Desculpe a pergunta mas, você é um bocado louca, certo?
Eu Entrevistado: Eu gostaria que não me ofendesse; eu não sou um bocado louca; eu sou completamente e totalmente louca.
Eu Entrevistador: E isso ajuda-a a escrever, estou a ver.
Eu Entrevistado: Céus, não! Isso ajuda-me a inventar até dizer chega. Posso dizer que, dentro da minha pessoa existe duas partes: a que inventa e a que escreve. Nunca se misturam. Provavelmente, a minha cabeça explodia se tal acontecesse.
Eu Entrevistador: Mencionou as suas chinchilas, inclusive que já as tinha visto transformadas em dragões peludos. Tomou alguma coisa quando isso aconteceu?
Eu Entrevistado: Não, eu não preciso de tais coisas para ver coisas onde elas não existem. Embora, elas às vezes se transformem mesmo em dragões peludos: quando mordem até fazer sangue ou quando fogem pela casa porque não querem ir para a gaiola.
Eu Entrevistador: Este seu livro tem dragões?
Eu Entrevistado: Não.
Eu Entrevistador: Os próximos terão? Quer dizer, partindo do princípio que há próximos…
Eu Entrevistado: Do que depender de mim, vai haver próximos. E sim, talvez haja. Mas não vão ser chinchilas e não serão peludos!
Eu Entrevistador: Pois, se calhar é melhor não… Para acabar, não nos quer contar sobre o que é o seu livro?
Eu Entrevistado: Não.
Eu Entrevistador: Porquê?!
Eu Entrevistado: Porque não.
Eu Entrevistador: Está bem… Damos assim a nossa entrevista como terminada. Muito obrigado por ter perdido tempo a escrever esta coisa toda. Foi uma querida.
Eu Entrevistado: Ora, de nada!

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